Trump e Mike Johnson rejeitam desacelerar a IA por causa da China
Um dia após a carta de Amodei, a Casa Branca e a liderança republicana descartaram freio regulatório; Jeffries defendeu ação imediata do Congresso.
Pontos principais
- Em 13 de setembro, em Doonbeg, na Irlanda, Trump disse: 'Estamos à frente da China em IA... porque quem vencer em IA vence'.
- Trump atribuiu o alarme a 'muitas forças muito negativas que estão levantando isso quando não deveriam'.
- No voo de volta, Trump disse não estar minimizando o risco e que a tecnologia 'vai ser mais boa do que ruim, e por muito'.
- Mike Johnson disse à CNN que uma sessão de emergência para regular a IA faria os EUA perderem 'a corrida para a China'.
- Johnson propôs convocar líderes do setor para 'uma grande reunião, para resolver isso juntos na mesma sala'.
- Hakeem Jeffries defendeu desacelerar o desenvolvimento agora e disse que a IA será 'alta prioridade' na reunião dos democratas da Câmara na terça-feira.
- Kevin Hassett, do Conselho Econômico Nacional, espera reuniões nesta semana com autoridades de política cibernética e de ciência e tecnologia.
A reação de Washington veio um dia depois da carta aberta de Amodei pedindo ao setor que 'module o ritmo da fronteira'. Sam Altman e Elon Musk manifestaram apoio público ao texto no X, e Demis Hassabis ofereceu apoio parcial — o que deixou a indústria e o governo em posições opostas sobre a mesma questão.
A divisão também é partidária: enquanto o presidente da Câmara, republicano da Louisiana, prefere uma mesa de conversa com o setor a legislar, o líder da minoria quer ação decisiva imediata, 'como os CEOs reconheceram recentemente'.
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