Trump vê chance de acordo com o Irã; Teerã nega negociações diretas
Chancelaria iraniana chama de "fabricados" os relatos de pedido de conversas, enquanto mediadores tratam do Estreito de Ormuz.
Pontos principais
- Trump disse na segunda-feira que os EUA tinham "boas conversas" com o Irã
- Ele advertiu: "se não der certo, voltamos a fazer o que fazíamos dois dias atrás"
- O porta-voz iraniano Esmail Baghaei chamou de "fabricados" os relatos de pedido de negociação
- Baghaei diz que mensagens seguem por mediadores, mas não há conversas diretas
- Mediadores liderados por Catar e Paquistão relatam progresso "significativo"
- Eles trabalham com Irã e Omã em um mecanismo para o trânsito no Estreito de Ormuz
- Netanyahu encontrou Trump na Casa Branca na terça-feira, o primeiro encontro presencial desde o início da guerra
Ataques de drones contra Arábia Saudita, Jordânia e Iraque expuseram a fragilidade da pausa nos combates e sugerem que grupos armados apoiados pelo Irã estão testando a nova abordagem americana. Em comício em Michigan, Trump disse sobre o Irã: "Não dá para subornar. Você tem que derrotá-los, e vamos acabar com eles... Neste momento, há negociações muito amistosas em curso."
A terça-feira marcou oficialmente cinco meses de guerra, iniciada no fim de fevereiro. O acordo interino de 60 dias assinado em meados de junho já está bem avançado em sua segunda metade, e questões centrais como o programa nuclear iraniano foram deixadas de lado enquanto os mediadores tentam manter os dois lados conversando.
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