Prevenção representa apenas 11% das discussões sobre fraudes digitais
Estudo aponta que usuários focam mais em relatar golpes do que em medidas preventivas contra fraudes digitais nas redes sociais.
Pontos principais
- Apenas 11% das 39,7 mil menções analisadas sobre segurança digital tratam de prevenção.
- Fraudes via Pix e transações financeiras compõem 23% das conversas monitoradas.
- Tentativas de fraude de identidade cresceram 36,6% no primeiro trimestre de 2026.
- Buscas por deepfake e golpes como SIM Swap indicam preocupação crescente dos usuários.
Um levantamento realizado pelas empresas Certta e Nexus revelou que a prevenção ocupa uma parcela reduzida das discussões sobre segurança digital nas redes sociais. Entre janeiro e julho de 2026, apenas 11% das quase 40 mil menções analisadas abordavam formas de evitar golpes, evidenciando uma lacuna na conscientização dos usuários sobre proteção de dados e transações financeiras.
O cenário é agravado pelo aumento de 36,6% nas tentativas de fraude de identidade registrado pela Serasa Experian no início do ano. Com golpes envolvendo o Pix representando 23% das interações monitoradas, o interesse público tem se voltado majoritariamente para a compreensão de ameaças emergentes, como o uso de deepfakes e técnicas de SIM Swap, em vez da adoção proativa de medidas de segurança.
Comentários
Carregando comentários...
