Nestlé aumenta preços e corta produtos devido a custos no Oriente Médio
A Nestlé elevará preços e simplificará seu portfólio para compensar a inflação nos custos de energia e frete causada pelo conflito no Oriente Médio.
Pontos principais
- O CEO Philipp Navratil atribuiu a alta nos custos de matérias-primas e logística ao cenário geopolítico atual.
- A companhia está eliminando itens com baixa demanda para otimizar a operação e absorver pressões inflacionárias.
- A estratégia de simplificação foca em marcas principais, mantendo a abertura para futuras aquisições estratégicas.
- A FAO alertou que o índice global de preços de alimentos atingiu o patamar mais elevado desde janeiro de 2023.
A Nestlé anunciou uma reestruturação em seu portfólio global, que inclui o aumento de preços e a descontinuação de produtos com menor aceitação comercial. Segundo o presidente-executivo da companhia, Philipp Navratil, a medida é uma resposta direta à pressão inflacionária provocada pelo conflito no Oriente Médio, que encareceu significativamente os custos de energia, frete e matérias-primas ao longo da cadeia de suprimentos.
Para mitigar os efeitos desse cenário, a empresa priorizará suas marcas principais e simplificará a oferta aos consumidores. Embora a companhia mantenha a estratégia de realizar aquisições estratégicas quando necessário, o foco imediato permanece na eficiência operacional. O movimento ocorre em um momento de alerta global, com a FAO indicando que os preços dos alimentos atingiram seu nível mais alto desde o início de 2023, impactando o setor de bens de consumo em escala mundial.
Cobertura da mídia
CEO da Nestlé diz que conflito no Oriente Médio provoca inflação e eleva custos de fornecedores
Folha de São Paulo - Mercado • 10 set, 13:46
Nestlé reformula produtos, elimina itens e sobe preços; culpa é do Oriente Médio
InfoMoney • 10 set, 11:02
CEO da Nestlé diz que conflito no Oriente Médio provoca inflação e eleva custos de fornecedores
G1 - Economia • 10 set, 09:27
Comentários (0)
Seja o primeiro a comentar.
