Candidatos ao governo de SP repercutem crise no STF e caso Banco Master
Em campanha, Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad comentaram a crise institucional no Judiciário e as investigações sobre o Banco Master.
Pontos principais
- Edson Fachin suspendeu decisões conflitantes sobre o comando da Polícia Federal e convocou sessão extraordinária para 15 de setembro.
- Tarcísio de Freitas criticou a insegurança jurídica decorrente de decisões divergentes no Supremo Tribunal Federal.
- Fernando Haddad defendeu transparência total nas investigações envolvendo o Banco Master e criticou vazamentos seletivos.
- Haddad aproveitou a agenda para propor a revisão de contratos de privatizações e concessões em São Paulo.
Os candidatos ao governo de São Paulo aproveitaram suas agendas de campanha nesta quarta-feira para se posicionar sobre a crise institucional que atinge o Supremo Tribunal Federal. O ministro Edson Fachin assumiu a condução de procedimentos sobre o comando da Polícia Federal após decisões divergentes de Flávio Dino e André Mendonça, marcando uma sessão extraordinária para o dia 15 de setembro para pacificar o tema.
Durante suas atividades, Tarcísio de Freitas classificou o cenário atual como uma demonstração de que o STF está "batendo cabeça", apontando riscos à segurança jurídica. Por outro lado, Fernando Haddad focou na necessidade de transparência nas investigações do Banco Master, condenando vazamentos seletivos, enquanto apresentou propostas econômicas para a reindustrialização do estado e a revisão de contratos de privatizações da Sabesp e da CPTM.
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