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Amazon é processada por funcionárias grávidas nos EUA

Ex-funcionárias acusam a Amazon de negar adaptações básicas e violar a Lei de Equidade para Trabalhadoras Grávidas em armazéns de Nova York.

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Foto: Época Negócios
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10/09 às 15:32

Pontos principais

  • Quatro ex-funcionárias de armazéns em Nova York abriram uma ação judicial contra a Amazon.
  • A denúncia cita violações da Lei de Equidade para Trabalhadoras Grávidas de 2022.
  • As autoras alegam que pedidos de pausas para banheiro e lactação foram negados.
  • O processo afirma que as funcionárias sofreram punições e demissões por motivos médicos.
  • A Amazon nega as acusações e afirma que aprova a maioria das solicitações de adaptação.

Quatro ex-funcionárias de armazéns da Amazon em Nova York entraram com uma ação judicial contra a empresa, alegando violações sistemáticas da Lei de Equidade para Trabalhadoras Grávidas de 2022. Segundo o processo, a companhia teria negado adaptações básicas, como pausas frequentes para ir ao banheiro e tempo necessário para a lactação, resultando em punições disciplinares e, eventualmente, na demissão das colaboradoras. A representação legal das autoras está a cargo da organização A Better Balance e do escritório Emery Celli Brinckerhoff Abady Ward & Maazel.

Em resposta às alegações, a Amazon classificou as descrições como imprecisas e refutou as acusações de má conduta. A empresa declarou que mantém um compromisso com o bem-estar de suas funcionárias e que aprova a grande maioria das solicitações de adaptação feitas por gestantes anualmente. O caso ganha relevância por questionar as práticas de gestão de recursos humanos da gigante do varejo em relação ao cumprimento de normas federais de proteção ao trabalho materno.

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