Nova York estuda proibir uso de IA em escolas públicas
Cidade planeja restringir o uso de inteligência artificial e dispositivos digitais em escolas públicas após pressão de pais e educadores.
Pontos principais
- A proposta visa proibir o uso de inteligência artificial para alunos até a oitava série.
- Alunos até a terceira série podem ter restrições no uso de notebooks e tablets.
- O Departamento de Educação pretende limitar o tempo de tela em diversos níveis do ensino fundamental.
- Um relatório técnico com diretrizes será apresentado em abril por especialistas e sindicatos.
O Departamento de Educação da cidade de Nova York está avaliando novas restrições ao uso de inteligência artificial e dispositivos digitais nas escolas públicas. A medida, que responde a uma crescente pressão de pais e professores, prevê a proibição de ferramentas de IA para estudantes até a oitava série e limitações ao uso de notebooks e tablets para alunos até a terceira série. O plano também inclui diretrizes para reduzir o tempo de tela durante o período escolar. Um grupo composto por especialistas e representantes sindicais deve apresentar um relatório detalhado em abril para orientar a implementação da nova política educacional. Esta discussão ocorre após a cidade ter adotado posturas variadas em relação ao ChatGPT, alternando entre proibições e liberações nos últimos anos, refletindo o desafio das autoridades em equilibrar a inovação tecnológica com o desenvolvimento pedagógico dos estudantes.
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