Pentágono usa polígrafo para investigar vazamentos sobre estoques de mísseis
Cerca de 50 funcionários do Estado-Maior Conjunto foram testados após revelações sobre a escassez de armamentos após o conflito com o Irã.
Pontos principais
- Cerca de 50 integrantes do Estado-Maior Conjunto dos EUA passaram por testes de polígrafo em agosto.
- A medida visa identificar responsáveis pelo vazamento de dados sobre a baixa nos estoques de mísseis.
- Relatórios apontam uso extensivo de sistemas Patriot, THAAD e Tomahawk durante a guerra contra o Irã.
- O presidente Donald Trump cobrou o secretário de Defesa, Pete Hegseth, sobre a situação real dos estoques.
O Pentágono submeteu aproximadamente 50 membros do Estado-Maior Conjunto a testes de polígrafo em agosto como parte de uma investigação interna sobre o vazamento de informações sigilosas. A apuração busca identificar os responsáveis por revelar dados sobre a escassez crítica de munições e mísseis de precisão de longo alcance, após o uso extensivo de sistemas como Patriot, THAAD e Tomahawk no conflito contra o Irã. A situação gerou preocupações imediatas sobre a prontidão militar e a capacidade de resposta dos Estados Unidos em eventuais novos confrontos. O presidente Donald Trump teria exigido explicações detalhadas ao secretário de Defesa, Pete Hegseth, ao ser confrontado com a realidade dos estoques. A medida reflete a pressão da administração atual em conter a exposição de vulnerabilidades estratégicas e reforçar a segurança das informações classificadas do país.
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