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Promotores romenos denunciam Andrew e Tristan Tate por tráfico de menores

O influenciador Andrew Tate e seu irmão Tristan foram formalmente denunciados na Romênia por crimes de tráfico de menores, abuso e lavagem de dinheiro.

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Foto: G1 Mundo
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04/09 às 11:03, atualizado 19:02

Pontos principais

  • A denúncia formalizada pela DIICOT encerra a fase de investigação criminal contra os irmãos Tate na Romênia.
  • As acusações incluem tráfico de menores, abuso sexual, lavagem de dinheiro e interferência em testemunhas.
  • Os irmãos são acusados de recrutar uma menor em 2012 para exploração sexual e produção de material pornográfico.
  • Andrew e Tristan Tate estão detidos em Miami desde julho, aguardando processos de extradição.
  • A defesa dos acusados, liderada pelo advogado Eugen Vidineac, anunciou que contestará as acusações no tribunal.

Autoridades romenas formalizaram nesta sexta-feira, 4 de setembro de 2026, uma denúncia criminal contra o influenciador digital Andrew Tate e seu irmão, Tristan Tate. O documento, elaborado pela Direção de Investigação de Crimes de Crime Organizado e Terrorismo (DIICOT), encerra a investigação preliminar e detalha uma série de crimes graves, incluindo tráfico de menores, abuso sexual, lavagem de dinheiro e tentativa de interferência em testemunhas. Segundo os promotores, o caso envolve o recrutamento de uma menor em 2012 sob falsas pretensões amorosas, com o objetivo de submetê-la à exploração sexual e à produção de conteúdo pornográfico. Além disso, os irmãos são acusados de tentar coagir ou subornar testemunhas para manipular o curso das investigações. Atualmente, os irmãos Tate encontram-se sob custódia em Miami, nos Estados Unidos, onde foram detidos em julho. Eles aguardam o desenrolar de processos judiciais voltados à sua extradição para a Romênia, onde deverão responder pelas acusações perante a justiça local. A defesa dos influenciadores, representada pelo advogado Eugen Vidineac, afirmou que pretende contestar as acusações, alegando a existência de falhas processuais e a fragilidade das provas apresentadas pelo Ministério Público romeno. O caso tem atraído atenção internacional devido à influência dos acusados nas redes sociais e à gravidade das alegações de exploração criminosa.

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