Marina Silva defende fim de emendas impositivas para pauta ecológica
Candidata ao Senado critica o uso de emendas parlamentares e aponta prejuízos econômicos causados por tarifas impostas pelos Estados Unidos.
Pontos principais
- Marina Silva propõe redirecionar verbas de emendas impositivas para o combate às mudanças climáticas.
- O orçamento federal de 2026 prevê R$ 61 bilhões em emendas, com R$ 38 bilhões de execução obrigatória.
- A candidata estima que tarifas de 25% impostas pelos EUA gerem perdas de US$ 11 bilhões ao Brasil.
- São Paulo deve sofrer impacto negativo de US$ 4 bilhões devido às novas taxas comerciais americanas.
- Marina Silva criticou retrocessos na legislação ambiental e a redução de prerrogativas do Ibama.
A candidata ao Senado por São Paulo, Marina Silva, defendeu a extinção das emendas parlamentares impositivas, argumentando que os recursos deveriam ser priorizados para a transformação ecológica e o enfrentamento das mudanças climáticas. O debate ganha relevância diante do orçamento de 2026, que destina R$ 61 bilhões para emendas, sendo R$ 38 bilhões de execução obrigatória. Além da pauta orçamentária, Marina criticou a atual política comercial do governo de Donald Trump, especificamente a imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. Segundo suas estimativas, a medida pode resultar em um prejuízo de US$ 11 bilhões para a economia nacional, com um impacto direto de US$ 4 bilhões para o estado de São Paulo. A candidata também manifestou preocupação com a fragilização de órgãos ambientais, como o Ibama, frente a mudanças recentes na legislação.
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