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Laudo pericial descarta suicídio e confirma assassinato de policial em SP

Novo laudo do Instituto de Criminalística aponta que a soldado Gisele Alves Santana foi assassinada, reforçando a tese de feminicídio.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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04/09 às 13:31

Pontos principais

  • O laudo complementar concluiu que a morte da soldado Gisele Alves Santana não foi suicídio, mas envolveu a intervenção de terceiros.
  • O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, companheiro da vítima, é réu pelo crime de feminicídio.
  • Gisele foi encontrada morta com um disparo na cabeça em 18 de fevereiro, no apartamento onde o casal vivia.
  • O acusado está detido no Presídio Militar Romão Gomes, em São Paulo.
  • A próxima audiência do caso, que incluirá o interrogatório do réu, está marcada para o dia 8 de setembro.

Um novo laudo do Instituto de Criminalística de São Paulo descartou a hipótese de suicídio no caso da morte da soldado Gisele Alves Santana, ocorrida em 18 de fevereiro. O documento técnico confirmou que a policial foi assassinada, com evidências de intervenção de uma segunda pessoa no momento do disparo que a atingiu na cabeça. O resultado corrobora a tese de feminicídio sustentada pela acusação desde o início das investigações. O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, que era companheiro da vítima, figura como réu no processo e permanece preso no Presídio Militar Romão Gomes. A defesa da família da policial destacou que a perícia é um passo fundamental para o esclarecimento do crime. O caso segue em tramitação na Justiça, com uma nova audiência agendada para o dia 8 de setembro, ocasião em que o acusado deverá ser interrogado pelas autoridades.

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