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Agente do ICE é acusado de mentir sobre tiroteio em Minneapolis

Promotores federais indiciaram o agente Christian Castro por falso testemunho sobre o disparo que feriu um homem venezuelano durante operação em janeiro.

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Foto: SCMP - World
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03/09 às 16:01, atualizado 18:15

Pontos principais

  • O agente do ICE Christian Castro foi acusado de mentir para investigadores federais sobre o tiroteio ocorrido em janeiro.
  • A vítima, Julio Cesar Sosa-Celis, foi atingida na perna durante a 'Operação Metro Surge' em Minneapolis.
  • O incidente serviu como estopim para protestos em Minnesota no início de 2026.
  • Castro já enfrentava acusações em tribunal estadual relacionadas ao mesmo caso.
  • O indiciamento federal reforça a gravidade da investigação sobre a conduta do agente durante a operação de repressão.

O agente do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE), Christian Castro, foi formalmente acusado por promotores federais de prestar declarações falsas durante a investigação de um tiroteio ocorrido em Minneapolis. O incidente aconteceu em janeiro deste ano, no decorrer da 'Operação Metro Surge', quando Castro disparou contra Julio Cesar Sosa-Celis, um homem de nacionalidade venezuelana. A vítima foi atingida na perna, mas sobreviveu ao ferimento. O caso ganhou relevância por envolver a conduta de agentes federais em operações de imigração, sendo que este foi um dos três episódios de disparos registrados durante a mesma ação.

O episódio gerou repercussão significativa, servindo como estopim para uma série de protestos em Minnesota no início de 2026. Além das novas acusações federais, o agente já respondia a processos em âmbito estadual pelos eventos ocorridos durante a operação. A investigação busca esclarecer as circunstâncias exatas do disparo e a veracidade das informações fornecidas por Castro aos investigadores federais logo após o ocorrido, marcando um desdobramento importante na esfera federal sobre o caso.

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