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Jornalista americano é condenado a dois anos de prisão por espionagem

Thomas Weir Pauken II foi sentenciado por atuar como agente da China na coleta de inteligência dentro dos Estados Unidos.

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Foto: SCMP - China
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02/09 às 02:31

Pontos principais

  • Thomas Weir Pauken II recebeu uma pena de dois anos de prisão federal e três de liberdade supervisionada.
  • O jornalista, que usava o pseudônimo Tom McGregor, confessou ter ajudado Pequim a obter informações estratégicas.
  • O réu está proibido de realizar viagens internacionais durante o período de liberdade supervisionada.
  • Pauken II é filho de Thomas Pauken, ex-presidente do Partido Republicano do Texas.

O jornalista americano Thomas Weir Pauken II, de 51 anos, foi condenado a dois anos de prisão federal após admitir ter atuado como agente do governo chinês. Conhecido pelo pseudônimo Tom McGregor, ele confessou ter colaborado com Pequim na coleta de inteligência sensível em solo americano. Além da pena privativa de liberdade, o tribunal impôs três anos de liberdade supervisionada, período no qual o condenado está proibido de realizar viagens internacionais. O caso ganhou repercussão devido ao histórico familiar do réu, filho de Thomas Pauken, que presidiu o Partido Republicano do Texas na década de 1990. A sentença reflete a crescente preocupação das autoridades dos Estados Unidos com operações de influência estrangeira e espionagem, resultando em medidas judiciais rigorosas contra indivíduos que utilizam o acesso à mídia para facilitar atividades de inteligência para potências rivais.

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