Novo adoçante à base de proteína é 3.500 vezes mais doce que açúcar
Desenvolvido pela Amai Proteins, o adoçante sweelin não eleva glicose ou insulina e já possui aprovação de segurança nos EUA e em Singapura.
Pontos principais
- O adoçante sweelin é derivado da proteína monellin, encontrada na fruta serendipity berry.
- A produção utiliza inteligência artificial para o design da proteína e fermentação de precisão em escala industrial.
- Estudo publicado na Food Chemistry confirmou que o produto não causa picos de glicose ou insulina no sangue.
- O ingrediente já obteve aprovação de segurança da FDA e da agência reguladora de Singapura.
A empresa israelense Amai Proteins desenvolveu um novo adoçante, batizado de sweelin, que promete revolucionar o mercado de substitutos do açúcar. Com um poder adoçante 3.500 vezes superior ao da sacarose, o produto é baseado na proteína monellin, extraída da fruta serendipity berry. O processo de fabricação combina inteligência artificial para o redesenho da estrutura proteica com técnicas de fermentação de precisão, permitindo a produção em larga escala. Ensaios clínicos publicados na revista Food Chemistry demonstraram que o consumo do sweelin resulta em respostas glicêmicas e de insulina significativamente menores quando comparado à dextrose, oferecendo uma alternativa segura para o controle metabólico. O adoçante já recebeu o aval de órgãos reguladores nos Estados Unidos e em Singapura, estando disponível comercialmente em Israel, e representa um avanço importante para a indústria de alimentos que busca reduzir o uso de açúcares tradicionais.
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