Golpes corporativos com IA crescem e forçam aumento em segurança
Relatório da Experian aponta que 60% das empresas registraram mais perdas por fraudes com IA, levando ao aumento de investimentos em cibersegurança.
Pontos principais
- 60% das empresas pesquisadas relataram aumento nas perdas por fraudes impulsionadas por IA.
- 77% das companhias elevaram seus orçamentos destinados ao gerenciamento de riscos.
- Phishing, deepfakes e clonagem de voz são as principais ameaças identificadas no ambiente corporativo.
- Golpistas utilizam IA para criar e-mails hiperpersonalizados e simular vozes de executivos em solicitações financeiras.
- 80% das empresas já adotam machine learning ou IA generativa para reforçar a detecção de fraudes.
O uso de inteligência artificial por criminosos tem transformado o cenário de ameaças corporativas, tornando ataques como phishing, deepfakes e clonagem de voz mais sofisticados e difíceis de detectar. Segundo um levantamento da Experian com 200 empresas, a capacidade de gerar mensagens hiperpersonalizadas e replicar a voz de executivos para solicitar transferências financeiras urgentes tem gerado prejuízos crescentes. Como resposta, 77% das organizações aumentaram seus investimentos em cibersegurança para mitigar esses riscos. Atualmente, a estratégia de defesa das companhias foca na implementação de ferramentas de machine learning e IA generativa para aprimorar a verificação de identidade. Especialistas reforçam que, além da tecnologia, a adoção de uma postura de ceticismo e a confirmação de solicitações financeiras por canais diretos e oficiais são fundamentais para evitar fraudes bem-sucedidas.
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