Bombardeios do governo colombiano deixam quatro menores mortos
Operações militares contra grupos guerrilheiros na Colômbia resultaram na morte de quatro adolescentes e elevaram o número de baixas no país.
Pontos principais
- Quatro menores, entre 15 e 16 anos, morreram em ataques aéreos na região amazônica e na fronteira com a Venezuela.
- Os bombardeios integram a estratégia do governo de Abelardo de la Espriella contra o narcotráfico e a mineração ilegal.
- Desde a posse do presidente em 7 de agosto, as operações militares já contabilizam pelo menos 26 mortes.
- Os ataques visaram alvos do ELN e dissidências das Farc, incluindo uma operação em Guaviare que resultou em oito óbitos.
O governo do presidente Abelardo de la Espriella intensificou as ações militares contra grupos armados na Colômbia, resultando na morte de quatro menores de idade, com idades entre 15 e 16 anos. Os bombardeios, realizados em áreas da Amazônia e na fronteira com a Venezuela, fazem parte de uma ofensiva estratégica contra o Exército de Libertação Nacional (ELN) e dissidências das Farc, focada no combate ao narcotráfico e à mineração ilegal. Desde a posse de De la Espriella em 7 de agosto, as operações das forças de segurança já acumulam pelo menos 26 mortes confirmadas. Além do caso dos menores, o governo reportou uma operação em Guaviare contra forças lideradas por Iván Mordisco, que deixou oito pessoas mortas. A escalada da violência reflete a postura rígida da nova gestão em relação aos grupos guerrilheiros que operam em regiões remotas do território colombiano.
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