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Governo prevê aporte de R$ 6 bilhões aos Correios no Orçamento de 2027

O governo federal incluiu um aporte de R$ 6 bilhões para os Correios no PLOA 2027 visando fortalecer a reestruturação financeira e a gestão de dívidas da estatal.

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Foto: Times Brasil
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30/08 às 17:31, atualizado 19:01

Pontos principais

  • O valor de R$ 6 bilhões será incluído no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027.
  • O envio da proposta ao Congresso Nacional está previsto para a próxima segunda-feira, 31 de agosto de 2026.
  • O recurso tem como objetivo garantir estabilidade para a negociação de dívidas e apoiar o plano de recuperação da empresa.
  • A estatal acumulou um prejuízo de R$ 5,55 bilhões no primeiro semestre de 2026.
  • Os Correios conseguiram alongar o prazo de dívidas de 18 para 180 meses, eliminando vencimentos de curto prazo.
  • Medidas de reestruturação, como um plano de demissão voluntária, reduziram os custos com pessoal em 4%.
  • Os custos operacionais da companhia no primeiro semestre de 2026 ficaram 14% abaixo do valor orçado.

O governo federal anunciou a inclusão de um aporte de R$ 6 bilhões para os Correios no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, que será enviado ao Congresso Nacional na próxima segunda-feira, 31 de agosto. O montante faz parte de uma estratégia mais ampla de reestruturação financeira da estatal, que busca estabilidade para a gestão de seus passivos e a continuidade de seu plano de recuperação operacional. O valor está vinculado às condições de um empréstimo de R$ 12 bilhões contratado pela empresa no ano anterior.

Apesar do cenário de dificuldades financeiras, com um prejuízo acumulado de R$ 5,55 bilhões no primeiro semestre de 2026, a gestão dos Correios aponta avanços na reestruturação. A empresa conseguiu alongar o perfil de suas dívidas, passando de 18 para 180 meses, e encerrou o semestre sem empréstimos de curto prazo a vencer. Além disso, a implementação de um plano de demissão voluntária contribuiu para uma redução de 4% nos gastos com pessoal, enquanto os custos operacionais totais ficaram 14% abaixo do que havia sido inicialmente orçado para o período.

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