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Flávio Bolsonaro nega recursos de dono do Banco Master para fins pessoais

O senador afirmou que o financiamento de Daniel Vorcaro foi destinado exclusivamente à produção de um filme sobre a trajetória de Jair Bolsonaro.

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Foto: Folha de São Paulo - Política
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28/08 às 22:15 · atualizado 22:31

Pontos principais

  • Flávio Bolsonaro negou ter recebido recursos pessoais de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master.
  • O parlamentar declarou que o montante captado foi utilizado apenas para o filme 'Dark Horse'.
  • A defesa do senador sustenta que não houve contrapartida política ou irregularidades no financiamento privado da obra.
  • Flávio Bolsonaro defendeu a abertura de uma CPMI para investigar as relações do Banco Master com o governo federal.
  • O senador afirmou que a produtora responsável pelo filme cumpriu os prazos de prestação de contas exigidos.

Durante sabatina, o senador Flávio Bolsonaro (PL) negou qualquer recebimento de recursos pessoais por parte de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O parlamentar esclareceu que a relação com o investidor restringiu-se à captação de verbas para a produção do filme 'Dark Horse', longa-metragem que narra a trajetória política de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o senador, o financiamento seguiu os trâmites legais de uma operação privada, sem envolver contrapartidas políticas ou o uso de verbas públicas, ponto que ele afirma ter sido corroborado por perícia da Polícia Civil de São Paulo.

Além de negar irregularidades na produção cinematográfica, Flávio Bolsonaro buscou contrapor as críticas sobre a transparência do caso ao sugerir a criação de uma CPMI. O objetivo, segundo o candidato, seria investigar supostas relações políticas entre o Banco Master e integrantes da atual gestão federal, incluindo o presidente Lula e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. O senador também aproveitou a ocasião para comentar o cenário político atual, afirmando que respeitará os resultados das urnas e criticando a postura do governo Lula frente às tarifas impostas pelos Estados Unidos, que ele classificou como uma estratégia para obter ganhos eleitorais.

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