Tesouro Nacional eleva reservas a recorde de R$ 1,37 trilhão
O colchão de liquidez atingiu valor nominal recorde em julho, reforçando a estratégia de gestão da dívida pública para os vencimentos de 2027.
Pontos principais
- As reservas de liquidez do Tesouro subiram de R$ 1,35 trilhão em junho para R$ 1,37 trilhão em julho.
- O Índice de Liquidez, que calcula a cobertura de vencimentos, recuou de 8,3 para 7,8 meses no período.
- A dívida pública federal encerrou o mês de julho em R$ 9,289 trilhões, registrando alta de 0,2%.
- O Tesouro ajustou o Plano Anual de Financiamento, elevando a participação de títulos de taxa flutuante para o intervalo de 49% a 53%.
O Tesouro Nacional atingiu um patamar recorde de R$ 1,37 trilhão em suas reservas de liquidez durante o mês de julho. O movimento estratégico visa mitigar riscos associados ao refinanciamento da dívida pública, especialmente diante da concentração de R$ 1,79 trilhão em vencimentos previstos para 2027. Apesar do crescimento no valor nominal, o Índice de Liquidez, indicador que mensura a capacidade de cobertura dos vencimentos, apresentou uma leve queda, passando de 8,3 para 7,8 meses. Paralelamente, a dívida pública federal total avançou 0,2%, encerrando o mês em R$ 9,289 trilhões. Para adaptar a gestão da dívida ao cenário econômico atual, o Tesouro revisou seu Plano Anual de Financiamento, ampliando a meta de participação de títulos de taxa flutuante para um intervalo entre 49% e 53%, buscando maior flexibilidade na administração dos passivos federais.
Tópicos relacionados
Comentários
Carregando comentários...
