JPMorgan eleva preço-alvo da Itaúsa para R$ 18,50
O banco elevou a recomendação para a holding, citando potencial de valorização de 44% e melhora na eficiência fiscal e operacional da companhia.
Pontos principais
- O preço-alvo da Itaúsa (ITSA4) subiu de R$ 18,00 para R$ 18,50 com recomendação overweight.
- O desconto da holding em relação ao valor líquido dos ativos (NAV) deve recuar de 19% para 10%.
- A empresa alongou o prazo médio de sua dívida para 6,7 anos, sem vencimentos relevantes até 2029.
- O fim da ineficiência fiscal de PIS/Cofins em 2027 é apontado como um dos principais catalisadores para o ativo.
- A Itaúsa reforçou sua posição na Aegea com um aporte de R$ 1,2 bilhão, elevando sua participação para 14%.
O JPMorgan revisou suas projeções para a Itaúsa, elevando o preço-alvo da ação para R$ 18,50 e mantendo a recomendação de compra. Segundo a análise, o papel apresenta um potencial de valorização de 44% frente ao fechamento de agosto. O banco destaca que a holding tem reduzido com sucesso o desconto em relação ao seu valor líquido dos ativos (NAV), com expectativa de que esse patamar caia para 10%. Entre os catalisadores de valor, o relatório cita a resolução da ineficiência fiscal de PIS/Cofins prevista para 2027 e o crescimento esperado nos dividendos das empresas não financeiras do portfólio. Além da solidez operacional, a companhia reforçou sua estrutura de capital ao alongar o prazo médio da dívida para 6,7 anos e aumentar sua participação na Aegea, demonstrando uma estratégia de alocação de capital focada em ativos de longo prazo e resiliência financeira.
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