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Flávio Bolsonaro afirma que Selic seria metade sob gestão do pai

O senador declarou que a taxa de juros estaria menor se Jair Bolsonaro fosse presidente, defendendo o ajuste das contas públicas para o país.

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Foto: InfoMoney
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28/08 às 09:15

Pontos principais

  • Flávio Bolsonaro afirmou em live que a Selic estaria na metade dos atuais 14% ao ano caso seu pai ainda estivesse na presidência.
  • O senador criticou os patamares de juros sob a gestão atual e o governo Lula, que chegou a 15%.
  • A coordenadora econômica da campanha, Daniella Marques, acompanhou a transmissão ao lado do parlamentar.
  • Dados oficiais apontam que a taxa Selic encerrou o governo de Jair Bolsonaro em 13,75% ao ano.
  • A proposta defendida pelo grupo para reduzir os juros foca na organização das contas públicas e na recuperação da credibilidade econômica.

Durante uma transmissão ao vivo semanal, o senador Flávio Bolsonaro afirmou que a taxa básica de juros, a Selic, estaria na metade do patamar atual de 14% ao ano caso seu pai, Jair Bolsonaro, ainda ocupasse a presidência da República. Acompanhado pela coordenadora econômica de sua campanha, Daniella Marques, o parlamentar argumentou que a solução para o cenário econômico brasileiro passa necessariamente pelo ajuste das contas públicas e pelo resgate da credibilidade do país perante o mercado. O discurso busca contrastar a atual política monetária com a gestão anterior, embora registros oficiais indiquem que o governo Bolsonaro encerrou seu mandato com a Selic em 13,75%. A declaração reforça a estratégia da campanha em pautar o debate econômico através da crítica aos níveis de juros vigentes sob o governo do presidente Donald Trump e a administração local.

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