Agronegócio pressiona Trump contra isenções a refinarias
O governo estuda quase dobrar as isenções, de 990 milhões para até 1,8 bilhão de créditos, e compensar com mais 500 milhões de galões em 2027.
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28/08 às 09:00
Pontos principais
- Uma coalizão de grupos do agronegócio e de biocombustíveis escreveu a Trump em 27 de agosto pedindo que ele rejeite qualquer ampliação das isenções para pequenas refinarias.
- A coalizão inclui a Renewable Fuels Association, a Growth Energy e a National Farmers Union.
- O governo estuda praticamente dobrar o tamanho das isenções, de 990 milhões de créditos para até 1,8 bilhão, com decisão esperada antes do fim de agosto.
- Trump e altos funcionários discutiram elevar as cotas de biocombustíveis de 2027 em cerca de 500 milhões de galões para compensar o dano, sem decisão final.
- A perspectiva de ampliação já derrubou os preços dos créditos de combustível renovável, os RINs.
- A senadora republicana Joni Ernst, de Iowa, chamou o plano de presente para as grandes petroleiras falsamente vendido como alívio na bomba.
Os grupos alertam que uma explosão de isenções prejudicaria a América rural ao derrubar a demanda por safras e por combustíveis renováveis. Ernst diz que a medida esmagaria a demanda por milho e soja.
O cálculo do governo é de curto prazo: conter os preços da gasolina durante a guerra com o Irã, antes das eleições de meio de mandato em novembro, para ajudar os republicanos a manter o controle do Congresso.
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