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Romeu Zema propõe fatiar Petrobras e Banco do Brasil para privatização

O candidato à Presidência defende a divisão de estatais em unidades menores para viabilizar a venda e aumentar a concorrência no mercado.

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Foto: InfoMoney
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25/08 às 14:15

Pontos principais

  • Romeu Zema planeja o fatiamento da Petrobras, do Banco do Brasil e do BNDES como estratégia para desestatização.
  • A Caixa Econômica Federal foi excluída do plano de privatizações devido ao seu papel social estratégico.
  • O candidato justificou a proposta citando supostos aportes de fundos de pensão estatais no Banco Master.
  • Zema negou qualquer envolvimento da Cemig em investigações relacionadas ao Banco Master e defendeu apurações sobre o caso.

O candidato à Presidência Romeu Zema apresentou uma proposta de reestruturação para grandes estatais brasileiras, defendendo o fatiamento da Petrobras, do Banco do Brasil e do BNDES. Segundo o político, a divisão dessas companhias em unidades menores seria o caminho necessário para viabilizar a privatização e fomentar a concorrência no setor. A Caixa Econômica Federal, contudo, permanece fora dos planos de venda, sob o argumento de que a instituição desempenha uma função social indispensável ao país. A justificativa de Zema para a desestatização baseia-se em críticas à gestão de fundos de pensão estatais, mencionando supostos aportes irregulares no Banco Master. O candidato também se posicionou sobre as investigações envolvendo a instituição financeira, negando qualquer participação da Cemig e reforçando a necessidade de rigorosa apuração dos fatos.

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