Juiz federal rejeita pedido de anulação de condenação de Ghislaine Maxwell
O tribunal classificou como sem mérito as alegações de novas evidências apresentadas pela ré, que cumpre pena de 20 anos por tráfico sexual.
Pontos principais
- O juiz distrital Paul Engelmayer negou o pedido de habeas corpus apresentado por Maxwell em dezembro.
- A decisão de 67 páginas descreveu os argumentos da defesa como frívolos e processualmente impedidos.
- Maxwell cumpre uma sentença de 20 anos de prisão por seu papel no esquema de tráfico sexual de Jeffrey Epstein.
- O tribunal concluiu que documentos da Lei de Transparência dos Arquivos Epstein não alteram a condenação.
O juiz federal Paul Engelmayer rejeitou formalmente a tentativa de Ghislaine Maxwell de anular sua condenação por tráfico sexual. Em uma decisão de 67 páginas, o magistrado classificou as alegações da defesa como "demonstravelmente sem mérito" e, em grande parte, frívolas. Maxwell, que cumpre uma pena de 20 anos, buscava a liberdade alegando que informações exculpatórias foram retidas durante seu julgamento original e que houve falso testemunho.
Segundo o tribunal, a maioria dos argumentos apresentados já estava impedida por ter sido omitida ou debatida em apelações anteriores. O juiz também destacou que os novos documentos citados pela defesa, provenientes da Lei de Transparência dos Arquivos Epstein, são irrelevantes para as acusações criminais e, em certos pontos, reforçam a culpa da ré. Com a negativa, a sentença de Maxwell permanece inalterada.
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