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Dolly Parton, ícone da música country, morre aos 80 anos

A lendária cantora e filantropa faleceu aos 80 anos; o presidente Donald Trump decretou luto oficial de uma semana em homenagem ao seu legado artístico e empresarial.

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Foto: G1 Mundo
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25/08 às 15:02, atualizado 21:46

Pontos principais

  • O falecimento foi confirmado pelo sobrinho da artista, Bryan Seaver, por meio das redes sociais, e por comunicado da família publicado no Instagram oficial de Dolly Parton, que informa que ela morreu pacificamente em Nashville, Tennessee.
  • A causa da morte não foi divulgada, embora a cantora enfrentasse problemas de saúde recentes.
  • Dolly Parton construiu uma carreira de seis décadas com 49 álbuns de estúdio e cerca de 3 mil canções.
  • A artista era reconhecida por sucessos globais como 'I Will Always Love You', 'Jolene' e '9 to 5'.
  • O presidente Donald Trump ordenou o hasteamento de bandeiras a meio-mastro por uma semana em homenagem à cantora.
  • O comunicado da família pede que, em vez de flores, doações em memória de Dolly sejam feitas à Dolly Parton's Imagination Library, seu projeto de alfabetização infantil.
  • A artista acumulou um patrimônio estimado em US$ 650 milhões, fruto de sua carreira musical e empreendimentos como o parque Dollywood.
  • Parton manteve os direitos autorais de suas composições, garantindo receitas contínuas ao longo de décadas.
  • Personalidades da cultura e da política prestaram homenagens à trajetória da artista.
  • A pedido da própria Dolly, a família realizará um serviço fúnebre pequeno e reservado, restrito à família imediata.
  • O comunicado da família relembra que Dolly foi casada por 59 anos com Carl Thomas Dean, morto em 2025, e era filha de Avie Lee Caroline Owens (1923–2003) e Robert Lee Parton, Sr. (1921–2000).

A cantora, compositora, atriz, dramaturga e escritora Dolly Parton morreu pacificamente aos 80 anos em Nashville, Tennessee, segundo comunicado da família publicado no perfil oficial da artista no Instagram, encerrando uma trajetória de seis décadas que a consolidou como um dos maiores ícones da música country mundial. O anúncio foi feito por seu sobrinho, Bryan Seaver, através das redes sociais. Embora a causa específica do óbito não tenha sido revelada pela família, a artista enfrentava um período de fragilidade em sua saúde, tendo inclusive cancelado compromissos profissionais no início deste ano. A morte ocorre após um período de recolhimento da cantora, que vivia um luto pessoal desde o falecimento de seu marido, Carl Thomas Dean, em 2025.

Nascida em uma família humilde no Tennessee, Parton superou as dificuldades da infância para se tornar uma magnata do entretenimento. Além de sua prolífica carreira musical, com um catálogo que ultrapassa 3 mil músicas, ela construiu um patrimônio estimado em US$ 650 milhões. Esse sucesso financeiro foi impulsionado por investimentos estratégicos, como o parque temático Dollywood, e pela gestão rigorosa dos direitos autorais de suas composições, incluindo o sucesso 'I Will Always Love You', que gerou receitas contínuas ao longo de sua vida. Sua influência transcendeu os palcos, alcançando o cinema e a filantropia, onde se destacou pelo apoio a programas de alfabetização e investimentos em pesquisas científicas.

A repercussão de sua partida foi imediata, unindo figuras de diferentes espectros da sociedade. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lamentou publicamente a perda, classificando-a como uma das maiores vozes da história do país e determinando o hasteamento das bandeiras a meio-mastro por uma semana como sinal de luto oficial. Artistas e líderes políticos, como Lily Tomlin, Jamie Lee Curtis e Bernie Sanders, também se manifestaram, celebrando o legado cultural e humanitário deixado por Parton, que deixa uma marca indelével na indústria do entretenimento e na memória coletiva norte-americana.

Fontes primárias

Família Parton (Instagram oficial de Dolly Parton)

Comunicado oficial da família sobre a morte de Dolly Parton

A conta oficial de Dolly Parton no Instagram publicou que a cantora "morreu pacificamente hoje em Nashville, Tennessee", aos 80 anos. O comunicado diz que ela é precedida em morte pelo marido Carl Thomas Dean (1942–2025) e pelos pais Avie Lee Caroline Owens (1923–2003) e Robert Lee Parton, Sr. (1921–2000). A família informa que, a pedido de Dolly, será realizado um serviço pequeno e privado apenas para a família imediata, convida fãs a homenageá-la nas redes sociais marcando @DollyParton ou deixando mensagem em dollyparton.com, e pede que doações em memória sejam feitas à Dolly Parton's Imagination Library.

Bryan Seaver (declaração na íntegra, via Instagram/Facebook oficial de Dolly Parton)

Declaração em vídeo de Bryan Seaver (sobrinho de Dolly Parton) anunciando sua morte

Em vídeo publicado nas contas oficiais de Dolly Parton, seu sobrinho e chefe de segurança havia mais de duas décadas, Bryan Seaver, anuncia: "estou representando a família Parton e Owens hoje, anunciando o falecimento da minha tia Dolly Rebecca Parton Dean". Ele diz que o anúncio em vídeo foi um pedido da própria Dolly feito anos atrás, afirma que "a tristeza é nossa, não de Dolly", que ela "viveu na luz e está nos braços de Jesus", reencontrando Carl e os pais, e relembra que Dolly "nunca viu uma porta que não pudesse abrir", tendo aberto caminho para gerações de artistas. Encerra pedindo que descanse em paz e dizendo que "ela sempre amará vocês" (referência a I Will Always Love You).

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