Gianni Infantino enfrenta pressão por renúncia na presidência da Fifa
O presidente da Fifa realiza viagens internacionais enquanto lida com críticas à sua gestão e exigências de renúncia por parte de federações.
Pontos principais
- Gianni Infantino viajou ao Caribe e à França em meio a uma crise de governança na entidade.
- A gestão é questionada após a tentativa frustrada de vender 21% dos direitos comerciais do futebol.
- O presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, lidera a oposição ao plano comercial proposto.
- Federações nórdicas e grupos de atletas assinaram manifestos pedindo mudanças na liderança.
- Samuel Eto’o, presidente da federação camaronesa, declarou apoio a Infantino.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, enfrenta um período de instabilidade política e crescente pressão por sua renúncia. O desgaste na imagem do dirigente foi intensificado pelo fracasso na tentativa de vender 21% dos direitos comerciais da entidade para investidores privados, uma medida duramente criticada por figuras como Aleksander Ceferin, presidente da Uefa, que classificou a iniciativa como prejudicial ao futuro do esporte. Em meio a esse cenário, federações nórdicas e grupos de jogadores e ex-jogadores formalizaram pedidos por mudanças na cúpula da organização. Enquanto realiza viagens ao Caribe e à França, Infantino tenta manter o suporte de aliados, como o presidente da federação camaronesa, Samuel Eto’o, que atribui as críticas ao atual processo eleitoral da entidade. A crise de governança coloca em xeque a continuidade de sua gestão e a estabilidade administrativa da Fifa.
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