Consórcio ganha espaço como alternativa para financiar energia solar
Modalidade cresce 14,6% no primeiro semestre de 2026 e se torna opção para viabilizar sistemas fotovoltaicos sem o uso de crédito bancário tradicional.
Pontos principais
- As vendas de cotas de consórcios no Brasil registraram alta de 14,6% no primeiro semestre de 2026, segundo dados da ABAC.
- O modelo permite que consumidores e empresas diluam o custo de instalação de painéis solares sem comprometer o capital de giro.
- A alternativa evita os juros bancários convencionais, embora incorpore taxas de administração ao custo final do projeto.
- Especialistas recomendam o consórcio para quem possui planejamento financeiro, visto que a contemplação do crédito não é imediata.
O mercado de consórcios tem se consolidado como uma alternativa estratégica para o financiamento de sistemas de energia solar no Brasil. Com um crescimento de 14,6% nas vendas de cotas durante o primeiro semestre de 2026, conforme dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), a modalidade atrai consumidores e empresas que buscam instalar painéis fotovoltaicos sem recorrer às linhas de crédito bancário tradicionais. Ao evitar os juros elevados do mercado, o consórcio permite um planejamento de longo prazo, preservando o capital de giro dos interessados.
Apesar da vantagem competitiva em relação aos financiamentos bancários, especialistas alertam que a viabilidade do modelo depende de um planejamento rigoroso, já que a contemplação não ocorre de forma imediata. Para garantir o sucesso do investimento, é essencial que o consumidor compare o custo total das taxas de administração com a economia projetada na conta de luz ao longo dos anos.
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