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Nvidia nega que vá enviar chip LPU feito para a China até o fim do ano

O The Information disse que remessas em pequenos lotes começariam em 2026; a empresa afirma não ter LPU para a China no roadmap.

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21/08 às 09:00

Pontos principais

  • O The Information noticiou na quinta-feira, citando dois funcionários, que a Nvidia planejava remessas em pequenos lotes a clientes chineses até o fim de 2026.
  • Segundo a reportagem, vários clientes já teriam feito pedidos.
  • A Nvidia rejeitou a reportagem no mesmo dia: "Não temos vendas de LPU no mercado chinês hoje, e não há nenhum produto LPU específico para a China em nosso roadmap".
  • A LPU (Language Processing Unit) foi desenvolvida com tecnologia licenciada da startup Groq e trabalha ao lado de GPUs para acelerar respostas de chatbots.
  • Engenheiros teriam modificado o software da LPU para funcionar com processadores disponíveis na China.
  • A adaptação seria necessária porque a arquitetura Vera Rubin não pode ser exportada sob as regras americanas.
  • A parceira de encapsulamento Amkor Technology teria finalizado mais de 1 milhão de unidades de H200 no segundo trimestre.

A reportagem descreve uma versão da LPU adaptada para conviver com os controles de exportação dos EUA — um caminho para a Nvidia voltar ao mercado chinês sem tocar na arquitetura de próxima geração, barrada por Washington. A empresa nega que esse produto exista em seu planejamento.

Em paralelo, a Nvidia estaria ampliando as remessas dos H200, já liberados. Washington aprovou em maio a venda desses chips a um grupo limitado de empresas chinesas, incluindo Alibaba, Tencent e ByteDance, e as entregas começaram só recentemente.

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