Mercados monitoram indicadores nos EUA e China enquanto Trump ameaça Irã
Investidores analisam dados econômicos globais e resultados corporativos, enquanto o cenário geopolítico é tensionado por declarações de Trump.
Pontos principais
- EUA divulgam índice de atividade do Fed da Filadélfia e pedidos de auxílio-desemprego.
- Banco Popular da China mantém taxas de juros de referência inalteradas.
- Walmart apresenta resultados financeiros antes da abertura dos mercados.
- Presidente Donald Trump ameaça com sanções países que apoiarem o Irã.
- Governo brasileiro define meta para ampliar produção de insumos do SUS para 70% até 2033.
O mercado financeiro internacional mantém cautela nesta quinta-feira, aguardando a divulgação de indicadores econômicos cruciais nos Estados Unidos, incluindo o índice de atividade do Fed da Filadélfia e os pedidos semanais de auxílio-desemprego. Paralelamente, a manutenção das taxas de juros na China e a expectativa pelos resultados corporativos do Walmart influenciam o sentimento dos investidores. O cenário geopolítico também ganha destaque após o presidente Donald Trump ameaçar impor consequências econômicas a nações que ofereçam suporte ao Irã, elevando a incerteza global. No Brasil, o foco se divide entre o leilão de títulos públicos do Tesouro e o anúncio do vice-presidente Geraldo Alckmin, que estabeleceu a meta de elevar a produção nacional de insumos para o SUS a 70% até 2033, enquanto o Ministério da Fazenda busca alinhar expectativas com o mercado.
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