Distúrbios do sono reduzem vida profissional de trabalhadores acima de 50
Estudo da Universidade de Turku aponta que problemas de sono podem encurtar a carreira de profissionais com mais de 50 anos em até nove meses.
Pontos principais
- Pesquisadores analisaram hábitos de sono de trabalhadores com mais de 50 anos.
- Distúrbios graves do sono estão ligados a uma perda de oito meses na vida profissional.
- Dormir nove horas ou mais por noite reduz a expectativa de permanência no mercado.
- Mulheres sem distúrbios do sono possuem a maior expectativa de vida profissional.
- Especialistas recomendam terapia cognitivo-comportamental como intervenção ocupacional.
Uma pesquisa conduzida pela Universidade de Turku revelou que a qualidade do sono é um fator determinante para a longevidade na carreira de profissionais acima dos 50 anos. O estudo indica que distúrbios graves do sono podem reduzir a vida profissional em cerca de oito meses, enquanto o hábito de dormir nove horas ou mais por noite também está associado a uma diminuição na expectativa de permanência no mercado de trabalho, quando comparado ao padrão ideal de sete a 8,5 horas. A análise destacou disparidades de gênero e ocupação, apontando que homens em funções rotineiras com distúrbios de sono enfrentam os maiores impactos. Diante desses dados, especialistas sugerem que empresas implementem intervenções de saúde ocupacional, como a terapia cognitivo-comportamental, para preservar a saúde dos colaboradores e garantir sua participação ativa na força de trabalho por mais tempo.
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