Má qualidade do sono pode reduzir em nove meses a carreira após os 50 anos
Estudo aponta que distúrbios ou excesso de sono impactam a longevidade profissional de trabalhadores acima dos 50 anos, especialmente os mais vulneráveis.
Pontos principais
- Distúrbios do sono ou sono excessivo diminuem a vida profissional em até nove meses após os 50 anos.
- O impacto negativo na carreira é mais severo entre indivíduos de menor status socioeconômico.
- Mulheres sem distúrbios do sono mantêm carreiras mais longas entre os 50 e 68 anos do que os homens.
- A pesquisa destaca a relação direta entre a saúde do sono e a sustentabilidade da força de trabalho na maturidade.
Uma nova pesquisa revelou que a qualidade do sono é um fator determinante para a longevidade profissional de pessoas com mais de 50 anos. O estudo indica que distúrbios do sono ou períodos excessivos de descanso podem reduzir em até nove meses o tempo de permanência desses indivíduos no mercado de trabalho. O fenômeno apresenta variações demográficas importantes, sendo mais acentuado em populações de menor status socioeconômico. Além disso, os dados apontam que mulheres que não apresentam distúrbios do sono tendem a ter carreiras mais longas entre os 50 e 68 anos em comparação aos homens. Esses resultados reforçam a importância de políticas de saúde e bem-estar no ambiente corporativo, sugerindo que o cuidado com o descanso noturno é essencial para sustentar a produtividade e a permanência de trabalhadores mais velhos em uma economia que demanda cada vez mais longevidade profissional.
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