Centro Nacional de Inteligência Penal entra em operação em agosto
O novo centro visa unificar protocolos de segurança e combater a articulação de crimes planejados dentro de presídios brasileiros.
Pontos principais
- O Centro Nacional de Inteligência Penal (Cnip) inicia suas atividades em agosto de 2026.
- A unidade integra o projeto Padrão Segurança Máxima, parte do programa Brasil Contra o Crime Organizado.
- O foco do centro é monitorar crises e integrar órgãos de segurança para coibir atividades criminosas internas.
- A Operação Última Chamada resultou na apreensão de 6.052 celulares e 97 prisões em flagrante.
- Dados do Ministério da Justiça apontam queda de 4,5% nos roubos e furtos de celulares no primeiro trimestre de 2026.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública anunciou que o Centro Nacional de Inteligência Penal (Cnip) começará a funcionar em agosto de 2026. A estrutura é um componente central do projeto Padrão Segurança Máxima, inserido no programa Brasil Contra o Crime Organizado, e tem como objetivo principal unificar protocolos de segurança e monitorar crises no sistema prisional. A iniciativa busca desarticular a comunicação criminosa que ocorre de dentro das unidades prisionais, um desafio constante para a segurança pública nacional. Como parte das ações preparatórias, a Operação Última Chamada, realizada entre 10 e 19 de agosto, obteve resultados expressivos ao recuperar 6.052 aparelhos celulares e efetuar 97 prisões em flagrante. O governo federal destaca que essas medidas de controle já refletem em indicadores positivos, com uma redução de 4,5% nos registros de roubos e furtos de celulares no primeiro trimestre de 2026, em comparação ao mesmo período do ano anterior.
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