Candidatos à Presidência em 2026 declaram patrimônios variados
Declarações ao TSE mostram disparidade de R$ 242 milhões entre bens de presidenciáveis, com Augusto Cury liderando a lista de valores.
Pontos principais
- Augusto Cury lidera o ranking com R$ 242,2 milhões declarados.
- Romeu Zema ocupa a segunda posição, informando R$ 178,7 milhões.
- Pablo Marçal retificou sua declaração para R$ 149,9 milhões após erro.
- Flávio Bolsonaro e Lula declararam R$ 8,2 milhões e R$ 4,8 milhões, respectivamente.
- Hertz Dias e Rui Costa Pimenta não registraram bens junto à Justiça Eleitoral.
Os dados oficiais enviados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para as eleições presidenciais de 2026 revelam uma ampla disparidade patrimonial entre os concorrentes ao cargo. O escritor Augusto Cury encabeça a lista com R$ 242,2 milhões em bens, seguido pelo governador Romeu Zema, que declarou R$ 178,7 milhões. Entre os nomes de destaque, Pablo Marçal chamou a atenção ao retificar sua declaração inicial, reduzindo o valor de R$ 7,4 bilhões para R$ 149,9 milhões, justificando a mudança como uma correção de erros de digitação. A transparência patrimonial é uma exigência legal para todos os candidatos, permitindo que o eleitorado acompanhe a evolução financeira dos postulantes ao Executivo federal. Enquanto alguns candidatos concentram fortunas em propriedades rurais e investimentos, outros, como Hertz Dias e Rui Costa Pimenta, não informaram bens ao sistema eleitoral.
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