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Ações de Vivo e TIM caem após aumento da competição no setor

Papéis das operadoras recuaram após o Itaú BBA apontar maior pressão competitiva e reduzir projeções de crescimento para o setor de telecom.

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Foto: InfoMoney
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18/08 às 16:45

Pontos principais

  • As ações da Vivo e da TIM registraram quedas de 18% e 16%, respectivamente, após os resultados do segundo trimestre de 2026.
  • O Itaú BBA reduziu o preço-alvo da Vivo de R$ 38 para R$ 35, mantendo recomendação neutra para o setor.
  • A Claro tem ampliado sua participação de mercado, enquanto a TIM apresenta perdas em todas as regiões analisadas pelo banco.
  • A NuCel, operadora virtual do Nubank, atingiu 1 milhão de usuários, intensificando a pressão sobre as operadoras tradicionais.

As ações da Vivo e da TIM sofreram quedas acentuadas após a divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2026, refletindo um cenário de maior competição no mercado brasileiro de telecomunicações. O Itaú BBA, que mantém recomendação neutra para o setor, atribuiu a desvalorização a indicadores competitivos mais fracos e à incerteza sobre a sustentabilidade da recuperação das companhias. Enquanto a Claro tem ganhado espaço em estados estratégicos, a TIM enfrenta perdas regionais constantes. Além disso, a entrada da NuCel, operadora virtual do Nubank, que já alcançou a marca de 1 milhão de usuários, adiciona uma camada extra de pressão sobre as operadoras tradicionais. Embora a Telefônica Brasil (Vivo) tenha sido classificada como a operadora mais resiliente, o banco revisou seu preço-alvo para baixo, sinalizando a necessidade de maior visibilidade sobre o crescimento futuro para uma perspectiva mais otimista.

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