Ações de Vivo e TIM recuam após resultados do 2T26
Papéis das operadoras caíram cerca de 6% na bolsa devido à concorrência acirrada e pressão nas margens de lucro no segundo trimestre de 2026.
Pontos principais
- As ações da Vivo e da TIM registraram queda de aproximadamente 6% após a divulgação dos balanços do 2T26.
- A TIM apresentou o primeiro trimestre de crescimento real negativo na receita móvel desde 2022.
- Analistas do Bank of America, Bradesco BBI e JPMorgan reduziram os preços-alvo das companhias.
- O setor enfrenta desafios com a estagnação dos preços em planos de entrada e o avanço das operadoras móveis virtuais (MVNOs).
As ações da Vivo e da TIM sofreram uma desvalorização expressiva de cerca de 6% na bolsa de valores após a divulgação de seus resultados referentes ao segundo trimestre de 2026. O desempenho negativo reflete a preocupação do mercado com o cenário de concorrência mais agressivo no setor de telefonia móvel brasileiro, que tem limitado o crescimento das receitas e pressionado as margens operacionais das empresas. Entre os destaques negativos, a TIM reportou seu primeiro trimestre de crescimento real negativo na receita móvel desde 2022. Diante desse cenário, instituições financeiras como Bank of America, Bradesco BBI e JPMorgan revisaram para baixo os preços-alvo das ações, citando a cautela com o ambiente competitivo e o impacto do custo de capital. O setor lida atualmente com a dificuldade de reajustar planos de entrada e a crescente pressão exercida por operadoras móveis virtuais (MVNOs).
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