Palacete Imperial enfrenta abandono e risco de desabamento no Rio
Imóvel histórico no centro do Rio de Janeiro sofre com ocupações e impasse administrativo entre UFRJ e Iphan sobre a responsabilidade de manutenção.
Pontos principais
- O Palacete Imperial está interditado pela Defesa Civil desde 2008 devido ao risco de colapso estrutural.
- A UFRJ detém a propriedade do prédio desde 1978, enquanto a gestão foi transferida ao Iphan em 2012.
- O Iphan tenta rescindir o contrato com a universidade após o projeto do Centro Nacional de Arqueologia não avançar.
- A Prefeitura do Rio emitiu diversas notificações aos órgãos responsáveis devido à depredação e ocupações irregulares.
O Palacete Imperial, localizado no centro do Rio de Janeiro, encontra-se em estado crítico de conservação, marcado por ocupações irregulares e risco iminente de desabamento. Interditado pela Defesa Civil há mais de 15 anos, o edifício tombado como patrimônio histórico tornou-se alvo de um impasse burocrático. Embora a UFRJ seja a proprietária legal desde 1978, a responsabilidade pela gestão foi repassada ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2012, com o objetivo de instalar no local o Centro Nacional de Arqueologia. Contudo, o projeto não saiu do papel e o Iphan busca agora encerrar o vínculo contratual com a universidade. A situação tem gerado notificações constantes da Prefeitura do Rio, que cobra medidas urgentes para preservar a estrutura e garantir a segurança da região, enquanto a UFRJ permanece em silêncio sobre o caso.
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