Firefly e outras empresas são contratadas para remover lixo espacial
Pentágono contrata Firefly, D-Orbit e Katalyst para desenvolver serviços de remoção de satélites em órbita e mitigar o acúmulo de detritos espaciais.
Pontos principais
- O contrato envolve a Defense Innovation Unit (DIU) e a Space Development Agency (SDA) dos EUA.
- O projeto foca no conceito de 'deorbit-as-a-service' para satélites inoperantes ou não cooperativos.
- A Firefly utilizará sua espaçonave Elytra para realizar manobras de aproximação, inspeção e descarte controlado.
- O sistema da Elytra é projetado para operar em órbitas LEO, MEO e GEO.
- A iniciativa responde a uma ordem da Casa Branca para priorizar a mitigação de detritos orbitais.
- Após a fase de design preliminar, as agências avaliarão as propostas para uma demonstração em órbita.
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos, por meio da Defense Innovation Unit e da Space Development Agency, selecionou a Firefly Aerospace, a D-Orbit e a Katalyst Space para desenvolver soluções comerciais de remoção de satélites. O objetivo é criar um serviço capaz de localizar, abordar e retirar de órbita satélites que atingiram o fim de sua vida útil, reduzindo o risco de colisões em um ambiente espacial cada vez mais congestionado.
A Firefly Aerospace utilizará sua espaçonave Elytra, que incorpora tecnologias testadas em suas missões lunares, para realizar as operações de descarte. O projeto está atualmente na fase de revisão de design preliminar. Caso aprovada, a empresa poderá avançar para a execução da missão, que visa oferecer ao governo uma alternativa flexível e sob demanda para a gestão de detritos, evitando a necessidade de manter capacidades próprias dedicadas para essa finalidade.
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