Drones autônomos de IA entram em testes nos EUA: CCA wingmen e Bumblebee V2
Força Aérea testa pacote de autonomia em drones wingman CCA; Exército estreia drone que caça outros drones por colisão em março.
Pontos principais
- Força Aérea integra software de autonomia de missão da A-GRA nos protótipos CCA da General Atomics e Anduril
- Decisão final de produção esperada para 2026; plano de compra de pelo menos 1.000 drones até o fim da década
- Bumblebee V2 usa IA para identificar e colidir fisicamente com drones inimigos, sem necessidade de munição explosiva
- Contrato de $5,2 milhões do Pentágono para avaliação do Bumblebee V2 pelo Exército
A Força Aérea dos EUA está testando pacotes de autonomia de missão em seus protótipos de drones CCA (Collaborative Combat Aircraft) da General Atomics e Anduril. A Collins Aerospace e a Shield AI estão adaptando software de autonomia nos protótipos e conduzindo testes de voo semi-autônomo. O protótipo YFQ-42A da General Atomics já demonstrou 'modo de autonomia'. A decisão final de produção é esperada para este ano, com plano de comprar pelo menos 1.000 drones até o fim da década.
Paralelamente, o Exército americano estreia em março o Bumblebee V2, um drone interceptador da Perennial Autonomy que usa IA para identificar e neutralizar drones inimigos por colisão direta — sem munição explosiva. O sistema será avaliado pelo Global Response Force sob um contrato de $5,2 milhões do Pentágono.
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