Candidatos ao governo de MG debatem dívida estadual e programa Propag
Em debate da Band, postulantes ao governo mineiro discutiram estratégias para a dívida com a União e o impacto do programa Propag nas contas públicas.
Pontos principais
- Alexandre Kalil criticou o senador Cleitinho Azevedo por ter votado a favor do programa Propag no Senado.
- Cleitinho justificou seu voto no programa como um 'mal necessário' para viabilizar o equilíbrio fiscal do estado.
- O debate destacou a urgência da renegociação da dívida de Minas Gerais com o governo federal.
- Candidatos como Flávio Roscoe e Mateus Simões apresentaram visões divergentes sobre a gestão da dívida mineira.
Durante evento organizado pela Band, os candidatos ao governo de Minas Gerais protagonizaram um intenso debate sobre a situação fiscal do estado, focando especialmente na renegociação da dívida com a União. O programa Propag foi um dos pontos centrais da discussão, com o candidato Alexandre Kalil questionando o posicionamento do senador Cleitinho Azevedo, que votou favoravelmente à medida no Senado. Em sua defesa, Cleitinho classificou o apoio ao programa como um 'mal necessário' para lidar com o passivo financeiro do estado, que figura entre os maiores do país ao lado de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. A troca de acusações também envolveu outros postulantes ao cargo, como Flávio Roscoe e Mateus Simões, que apresentaram propostas distintas para o enfrentamento da crise econômica mineira. O embate evidenciou as diferentes estratégias políticas para resolver o endividamento estadual, tema que deve permear toda a campanha eleitoral. Além da questão da dívida, o debate foi marcado por críticas sobre a preparação dos candidatos, com Kalil admitindo não ter lido integralmente seu plano de governo, o que gerou novos atritos com seus adversários.
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