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Governo dos EUA estuda novas sanções contra Alexandre de Moraes

Reportagem do Financial Times indica que a administração de Donald Trump avalia impor novas medidas restritivas ao ministro do STF.

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Foto: G1 Mundo
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16/08 às 15:31 · atualizado 17:32

Pontos principais

  • A informação foi divulgada pelo jornal britânico Financial Times, citando fontes anônimas.
  • O ministro Alexandre de Moraes já havia sido alvo de sanções sob a lei Magnitsky em julho de 2025.
  • As sanções anteriores foram motivadas pela atuação do magistrado na condenação de Jair Bolsonaro.
  • As medidas restritivas contra o ministro foram revogadas pelo governo americano em dezembro de 2025.
  • O debate sobre novas sanções ocorre em um momento de tensão nas relações diplomáticas entre Brasil e EUA.
  • O Supremo Tribunal Federal não se manifestou oficialmente sobre o relato até o momento.
  • O governo brasileiro ainda não emitiu posicionamento sobre as possíveis medidas.

O governo dos Estados Unidos, sob a gestão do presidente Donald Trump, estaria discutindo a imposição de novas sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A informação, publicada pelo jornal Financial Times, aponta que a administração americana avalia retomar medidas punitivas contra o magistrado, em um movimento que coloca à prova a cooperação diplomática entre Brasília e Washington. O cenário ocorre em um momento de fragilidade nas relações bilaterais, coincidindo com o início da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O histórico recente entre as partes inclui a aplicação de sanções baseadas na lei Magnitsky contra Moraes em julho de 2025, justificadas na época pela atuação do ministro na condenação e prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado. Embora essas restrições tenham sido revogadas pelo governo dos EUA em dezembro do ano passado, a possibilidade de uma nova rodada de sanções sinaliza a continuidade das tensões entre o Executivo americano e membros do Judiciário brasileiro. Até o momento, nem o STF nem o governo brasileiro comentaram oficialmente as informações veiculadas pela imprensa internacional.

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