Ibovespa registra sequência rara de nove pregões de queda
O índice acumulou nove sessões consecutivas de baixa, resultando em perdas bilionárias de valor de mercado para as maiores empresas da Bolsa.
Pontos principais
- O Ibovespa encerrou o período em 167.100,95 pontos após nove dias seguidos de desvalorização.
- Dados da consultoria Elos Ayta indicam que sequências de oito ou mais quedas são eventos raros desde o ano 2000.
- O setor bancário foi o mais afetado, concentrando quatro das dez empresas com maiores perdas de valor.
- O Itaú Unibanco liderou a lista de desvalorização, com uma redução de R$ 43,5 bilhões em seu valuation entre 3 e 14 de agosto.
- Empresas de grande peso no índice, como Petrobras, Vale e Ambev, também registraram quedas expressivas no período.
O mercado financeiro brasileiro enfrentou um cenário atípico nas últimas semanas, com o Ibovespa registrando nove pregões consecutivos de queda, um movimento raro segundo levantamento da consultoria Elos Ayta. O índice fechou o ciclo em 167.100,95 pontos, refletindo uma pressão vendedora generalizada sobre os ativos de maior liquidez da Bolsa. O setor bancário foi o mais impactado pela desvalorização, ocupando quatro das dez posições entre as empresas que mais perderam valor de mercado. O Itaú Unibanco liderou o ranking de perdas, com uma redução de R$ 43,5 bilhões em seu valuation entre 3 e 14 de agosto. Além dos bancos, gigantes como Petrobras, Vale e Ambev também sofreram quedas significativas, evidenciando a amplitude do movimento de correção que afetou as principais blue chips do mercado brasileiro.
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