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Furacão Lala avança sobre o Havaí e coloca arquipélago em emergência

O furacão Lala atingiu a categoria 1 e ameaça a Ilha Grande com ventos de 120 km/h, levando o governo do Havaí a decretar estado de emergência.

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Foto: G1 Mundo
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15/08 às 17:31 · atualizado 20:01

Pontos principais

  • O furacão Lala alcançou a categoria 1 com ventos sustentados de 120 km/h.
  • O fenômeno está localizado a cerca de 135 km a sudeste da Ilha Grande (Big Island).
  • O governador Josh Green decretou estado de emergência para agilizar a resposta ao desastre.
  • Autoridades fecharam aeroportos e portos comerciais em diversas ilhas do arquipélago.
  • Previsões indicam acumulados de chuva de até 63,5 centímetros, com alto risco de inundações.
  • Cerca de 20% da Ilha Grande já registra interrupções no fornecimento de energia elétrica.
  • O evento é considerado raro, podendo ser o primeiro impacto direto na Ilha Grande em mais de um século.

O Havaí encontra-se em alerta máximo com a aproximação do furacão Lala, que se intensificou para a categoria 1 nas últimas horas. Com ventos sustentados de 120 km/h, a tempestade avança em direção à Ilha Grande, forçando o governador Josh Green a decretar estado de emergência. A medida visa facilitar a mobilização de recursos e a resposta rápida das autoridades diante da ameaça de inundações severas, deslizamentos de terra e ondas perigosas que podem atingir o arquipélago. Como medida preventiva, portos e aeroportos foram fechados, e abrigos de emergência foram ativados para a população.

A trajetória do furacão é acompanhada com preocupação por meteorologistas, dado o potencial de um impacto direto, algo historicamente raro para a região. Especialistas associam a formação do ciclone ao aquecimento anômalo das águas do Pacífico, impulsionado pelo fenômeno El Niño. Enquanto cerca de 20% da Ilha Grande já enfrenta falta de energia, as autoridades orientam os residentes a finalizarem os preparativos de segurança e a evitarem qualquer exposição ao mau tempo, visto que o volume de chuvas esperado pode chegar a 63,5 centímetros, agravando os riscos estruturais nas áreas costeiras e montanhosas.

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