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Supertufão Bavi avança sobre Guam e Ilhas Marianas com ventos de categoria 5

Territórios dos EUA no Pacífico iniciam evacuações e preparativos de emergência para a chegada do supertufão Bavi, previsto para atingir a região nesta segunda-feira.

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Foto: NYTimes World
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05/07 às 05:02 · atualizado 17:01

Pontos principais

  • O supertufão Bavi apresenta ventos sustentados de 260 km/h, com rajadas que podem atingir 315 km/h.
  • O fenômeno é classificado com intensidade equivalente a um furacão de categoria 5.
  • Autoridades abriram cinco centros de evacuação para abrigar cerca de 1.900 pessoas em áreas vulneráveis.
  • A FEMA posicionou suprimentos essenciais, como água, alimentos e geradores, em Guam.
  • A previsão meteorológica indica a formação de ondas de até 11 metros de altura na costa.
  • A região ainda se recupera dos danos causados pelo supertufão Sinlaku, que atingiu o local em abril.
  • Meteorologistas monitoram a influência do fenômeno El Niño na intensidade da tempestade.

Os territórios americanos de Guam e das Ilhas Marianas do Norte estão em alerta máximo com a aproximação do supertufão Bavi, que se desloca pelo Oceano Pacífico com força destrutiva. Com ventos sustentados de 260 km/h e rajadas que podem chegar a 315 km/h, o sistema é comparado a um furacão de categoria 5. A previsão das agências meteorológicas, incluindo o National Weather Service e a NOAA, indica que o impacto direto na região deve ocorrer na manhã desta segunda-feira, trazendo riscos significativos de inundações e danos estruturais severos, além de ondas que podem atingir 11 metros de altura.

Em resposta à ameaça, autoridades locais iniciaram protocolos de evacuação e preparativos de última hora para proteger a população. Cerca de 1.900 pessoas já foram direcionadas para centros de abrigo, enquanto a FEMA realizou o posicionamento estratégico de suprimentos básicos, como água, alimentos e geradores de energia. A situação é agravada pelo histórico recente da região, que ainda tenta se recuperar dos impactos causados pelo supertufão Sinlaku, ocorrido em abril. Especialistas continuam monitorando a trajetória do ciclone e a influência do fenômeno El Niño sobre a atividade meteorológica no Pacífico, mantendo a vigilância sobre a evolução do sistema nas próximas horas.

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