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MPF pede restrições a voos de helicóptero no Rio após acidentes

Ministério Público Federal exige novas normas de segurança e rotas marítimas para voos panorâmicos no Rio de Janeiro após série de acidentes fatais.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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12/08 às 21:31

Pontos principais

  • Ação civil pública exige que voos panorâmicos sejam restritos a rotas marítimas específicas.
  • Medida ocorre após queda de helicóptero no Parque Nacional da Tijuca que causou quatro mortes no último sábado.
  • MPF investiga a empresa Voos Rio Panorâmico por possíveis danos ambientais decorrentes do acidente.
  • Órgão solicita ao Decea fiscalização mais rigorosa sobre altitudes mínimas e rotas de transporte de passageiros.
  • Ação cita histórico de acidentes, incluindo a queda no Recreio dos Bandeirantes em 2026 que vitimou seis pessoas.

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação civil pública contra a União, a Anac, o Inea e o município do Rio de Janeiro para endurecer as regras de segurança dos voos panorâmicos na capital fluminense. A iniciativa responde a uma sequência de tragédias aéreas na região, sendo a mais recente a queda de um helicóptero no Parque Nacional da Tijuca, no último sábado, que resultou em quatro mortes. O MPF busca restringir as operações a rotas sobre o mar e exige que o Decea intensifique a fiscalização sobre altitudes mínimas e trajetos autorizados. Além das medidas preventivas, um inquérito civil foi instaurado para apurar a responsabilidade da empresa Voos Rio Panorâmico por danos ambientais. O caso reacende o debate sobre a regulação do setor após o acidente de junho de 2026, no Recreio dos Bandeirantes, que vitimou seis pessoas, entre elas figuras públicas.

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