Anac investiga transporte clandestino após colisão de helicópteros no Rio
Acidente entre duas aeronaves no Rio de Janeiro deixou seis mortos; autoridades apuram irregularidades e falhas no regime de voo visual.
Pontos principais
- A colisão no Recreio dos Bandeirantes resultou na morte de seis pessoas, incluindo o cantor Nickel Oliver Tree.
- A Anac investiga se a aeronave de prefixo PP-MAC operava de forma clandestina.
- Especialistas apontam que o regime de voo visual (VFR), comum em helicópteros, exige que o piloto mantenha a separação de outras aeronaves por observação direta.
- O impacto causou um incêndio em uma concessionária, destruindo cerca de 20 veículos elétricos.
- Polícia Civil e Cenipa realizam perícias para determinar se houve falha humana ou descumprimento de normas de segurança.
A colisão entre dois helicópteros no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, que vitimou seis pessoas, incluindo o cantor Nickel Oliver Tree, segue sob investigação da Polícia Civil e do Cenipa. Além da suspeita de transporte clandestino envolvendo a aeronave de prefixo PP-MAC, especialistas analisam os riscos do regime de voo visual (VFR), utilizado pela maioria dos helicópteros. Nesse modelo, a segurança depende inteiramente da observação direta do piloto para evitar colisões, funcionando de forma similar à condução de um veículo em uma estrada. As autoridades buscam agora esclarecer se a visibilidade ou a falha na separação entre as aeronaves contribuíram para o acidente, que também destruiu cerca de 20 veículos em uma concessionária local. O IML trabalha na identificação oficial das vítimas enquanto as perícias técnicas avaliam as circunstâncias operacionais do voo.
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