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Coreia do Sul flexibiliza regras para chips, data centers de IA e robôs

O pacote destrava mais de 4,2 trilhões de wons em investimentos travados por regras de uso do solo e de construção.

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13/08 às 09:00

Pontos principais

  • A Coreia do Sul apresentou na quinta-feira um pacote de desregulamentação que destrava regras de uso do solo e de construção que travavam mais de 4,2 trilhões de wons em investimentos.
  • Os investimentos travados estavam em semicondutores, baterias, biotecnologia, data centers de IA e robôs; o pacote integra a agenda industrial 'chip-and-beyond' do presidente Lee Jae Myung.
  • O fim da regra de 'um local, uma licença' para grandes complexos industriais deve antecipar cerca de 2,5 trilhões de wons de investimento em Yongin, o maior beneficiado.
  • As inspeções de segurança de gás exigidas quando fábricas de chips ampliam seus sistemas de gás urbano cairão de sete para três dias; o governo informou cerca de 1.800 dessas ampliações por ano.
  • Data centers de IA terão o espaço das salas de servidores excluído do cálculo de exigências de vagas de estacionamento, elevadores e instalação de obras de arte.
  • O governo vai elaborar regras de segurança mais claras para robôs industriais colaborativos e móveis, previstas para o primeiro semestre de 2027.

Yongin concentra os efeitos práticos do pacote. A SK hynix planeja quatro fábricas na região, com a primeira sala limpa prevista para fevereiro de 2027 e produção já em maio, e antecipou para 2033 a meta de concluir as quatro. A Samsung Electronics, que planeja seis fábricas em seu complexo separado em Yongin, mira concluir a primeira em 2029.

As mudanças atacam gargalos de calendário mais do que de custo: licenças agrupadas para grandes complexos, inspeções de gás urbano reduzidas de sete para três dias e regras de aplicação da Lei Especial de Data Centers de IA que retiram as salas de servidores do cálculo de exigências acessórias de construção.

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