Concessionária processa Polestar em US$ 25 milhões após saída dos EUA
Grupo de concessionárias alega que a Polestar planejou sua saída do mercado americano e forçou o banimento regulatório para encerrar operações.
Pontos principais
- O grupo Prestige Imports entrou com uma ação judicial em Nova Jersey buscando US$ 25 milhões em danos.
- A concessionária alega que a Polestar manobrou para ser banida sob a regra de veículos conectados, evitando um apelo legal.
- A Volvo, também controlada pela Geely, obteve autorização para continuar operando nos EUA, ao contrário da Polestar.
- A ação judicial aponta que a Polestar não forneceu o aviso prévio de 60 dias exigido pela lei de franquias de Nova Jersey.
- A empresa busca compensação pelo valor de mercado da franquia e cinco anos de suporte contínuo para peças e garantia.
- A Polestar confirmou que não irá recorrer da decisão do Departamento de Comércio dos EUA que proíbe modelos a partir de 2027.
A rede de concessionárias Prestige Imports abriu um processo contra a Polestar, alegando que a fabricante de veículos elétricos orquestrou sua saída do mercado americano sob o pretexto de restrições regulatórias. Segundo a denúncia, a empresa teria evitado intencionalmente buscar isenções semelhantes às concedidas à Volvo, sua marca irmã, e optou por não recorrer da decisão do Departamento de Comércio dos EUA que barrou tecnologias de origem chinesa em veículos conectados.
O processo, registrado no Tribunal Superior do Condado de Bergen, argumenta que a notificação de força maior enviada pela Polestar em julho configura uma rescisão ilegal de contrato. A concessionária busca indenização de US$ 25 milhões, citando violações à Lei de Práticas de Franquia de Nova Jersey, e exige a manutenção do suporte técnico e de peças para os veículos já vendidos, enquanto a marca se prepara para encerrar suas operações nos Estados Unidos.
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