Tarcísio lidera disputa pelo governo de SP com 46% das intenções de voto
Pesquisa American Analytics para Times Brasil e CNBC aponta vantagem de Tarcísio de Freitas sobre Fernando Haddad e indefinição na corrida ao Senado.
Pontos principais
- Tarcísio de Freitas lidera a corrida ao governo de São Paulo com 46% das intenções de voto.
- Fernando Haddad aparece com 29% das intenções de voto, enfrentando uma rejeição de 49%.
- Em um eventual segundo turno, Tarcísio venceria Haddad por 50% a 32%.
- A administração de Tarcísio de Freitas registra 56% de aprovação entre os eleitores paulistas.
- A disputa pelas duas vagas ao Senado em São Paulo segue indefinida, com Marina Silva, Simone Tebet e Guilherme Derrite tecnicamente empatados.
- O levantamento ouviu 1.500 pessoas entre os dias 4 e 8 de agosto de 2026.
- A pesquisa possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais e está registrada sob os números SP-03436/26 e BR-03025/26.
A nova pesquisa realizada pela American Analytics para o Times Brasil e CNBC consolida a liderança do atual governador Tarcísio de Freitas na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes. Com 46% das intenções de voto, Tarcísio mantém uma vantagem expressiva sobre o candidato petista Fernando Haddad, que soma 29%. Analistas apontam que a alta taxa de rejeição de Haddad, que atinge 49%, impõe um obstáculo significativo para uma possível virada eleitoral, cenário corroborado pela simulação de segundo turno, na qual o atual governador venceria por 50% a 32%. A gestão de Tarcísio é avaliada positivamente por 56% do eleitorado paulista, consolidando sua força política no estado.
Enquanto a corrida ao governo apresenta um cenário mais definido, a disputa pelas duas vagas ao Senado em São Paulo permanece em aberto. O levantamento indica um empate técnico entre Marina Silva, Simone Tebet e Guilherme Derrite, refletindo um alto índice de indecisão entre os eleitores. Especialistas destacam que o próximo governo estadual enfrentará desafios estruturais críticos, como a necessidade de impulsionar o setor industrial e de serviços diante de um cenário de juros elevados e os impactos da reforma tributária. O levantamento, que ouviu 1.500 pessoas entre 4 e 8 de agosto, oferece um termômetro importante para a reta final da campanha eleitoral.
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