Área tratada com defensivos agrícolas cresce 5% no primeiro semestre
O uso de defensivos no Brasil atingiu 59 milhões de hectares no primeiro semestre de 2026, impulsionado pela alta pressão de pragas nas lavouras.
Pontos principais
- A área tratada com defensivos agrícolas no Brasil subiu 5% no primeiro semestre de 2026.
- O volume total de produtos aplicados nas lavouras registrou um aumento de 4,5% frente ao mesmo período de 2025.
- A alta incidência de pragas, como lagartas, percevejos e mosca-branca, foi o principal motor do crescimento.
- Condições climáticas favoráveis à proliferação de pragas foram determinantes para o cenário atual.
- Os dados, levantados pela Kynetec Brasil e divulgados pelo Sindiveg, abrangem o manejo da safra de verão e o início da segunda safra.
O setor agrícola brasileiro registrou um aumento de 5% na área tratada com defensivos agrícolas durante o primeiro semestre de 2026, totalizando 59 milhões de hectares. Segundo levantamento da Kynetec Brasil, divulgado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), o volume de produtos aplicados cresceu 4,5% na comparação anual. O avanço é atribuído a uma pressão atípica de pragas, como lagartas, percevejos e mosca-branca, intensificada por condições climáticas específicas que favoreceram a proliferação desses agentes nas lavouras. O período analisado compreende o manejo final da safra de verão 2025/26 e o início do cultivo de culturas de segunda safra, como milho e algodão. A necessidade de controle fitossanitário mais rigoroso reflete o desafio constante dos produtores em proteger a produtividade diante de variáveis climáticas e biológicas que impactam diretamente a rentabilidade do agronegócio nacional.
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