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Índia planeja resgate de alpinista congelado no Everest há 30 anos

Autoridades indianas organizam missão para recuperar o corpo de Dorje Morup, conhecido como 'Botas Verdes', que permanece na montanha desde 1996.

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Foto: Época Negócios
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11/08 às 14:02 · atualizado 14:33

Pontos principais

  • Dorje Morup, cabo da Polícia de Fronteira Indo-Tibetana, faleceu em 1996 após ser atingido por uma nevasca no Monte Everest.
  • O corpo tornou-se um marco na rota de subida, sendo identificado pelas botas verde-limão que o alpinista usava.
  • A operação de resgate é financiada pela Polícia de Fronteira Indo-Tibetana e visa permitir um funeral digno para a família em Ladakh.
  • A missão é considerada de altíssimo risco devido à localização na 'zona da morte', onde a altitude e o terreno dificultam a logística.

A Índia iniciou os preparativos para uma complexa operação de resgate no Monte Everest com o objetivo de recuperar os restos mortais de Dorje Morup. O alpinista, que era cabo da Polícia de Fronteira Indo-Tibetana, morreu em 1996 durante uma expedição atingida por uma nevasca. Conhecido mundialmente como 'Botas Verdes' devido ao calçado que usava, seu corpo permaneceu congelado na 'zona da morte' da montanha por três décadas, tornando-se um marco sombrio para outros escaladores. A missão, financiada pela própria corporação de Morup, busca repatriar o corpo para a realização de testes de DNA e um sepultamento digno em Ladakh. A operação é classificada como extremamente arriscada e custosa, dada a escassez de infraestrutura de resgate no lado chinês da montanha e os desafios extremos impostos pela altitude e pelo terreno íngreme.

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